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Casa da Morna Sodade

Informações Úteis

Horário

Terça a Sexta-Feira- 9:00 às 18:00 | Sábado- 9:00 às 13:00

Bilheteira

Bilhetes: 100$00 para nacionais e 200$00 para estrangeiros | Isenções: crianças até 12 anos, estudantes e idosos (nacionais)

Contacto para reserva

(+238) 2623385/ 2358437 | E-mail: nospatrimonio@gmail.com

Localização

Praia Branca, São Nicolau

Tutela

Instituto do Património Cultural

Direção dos Museus

Ana Samira Silva

Coordenação técnica

Ana Samira Silva

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Casa da Morna Sodade

A Casa da Morna Sodade, resulta de uma parceria entre o Município de Tarrafal de São Nicolau e o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas através do Instituto do Património Cultural- IPC, em decorrência de um processo de dinamização da morna na localidade de Praia Branca onde nasceu sodade.

A Morna é o espelho daquilo que o cabo-verdiano carrega na alma. Trata-se de um género que unifica, indiscutivelmente, as ilhas e liga o país à sua imensa diáspora, transportando a cabo-verdianidade, através da sua poesia e melodia.

Enquanto gênero identitário, insurge em todas as dimensões da cabo-verdianidade (do nascimento à morte), retratando o amor, a saudade, a partida, a mulher onde se inspiram os nomes incontornáveis como: Eugênio Tavares, Manual D´Novas, B Leza, Anu Nobu,  Betú, Bana, Paulino Vieira Morgadinho, Ildo Lobo, Cesária Évora, Titina, Celina Pereira, Tito Paris e vários outros.

Cultivada por grupos musicais, associações, comunidades e, individualmente, por intermédio de cantores, instrumentistas, poetas, compositores, por vezes em ambientes informais, a morna é, ainda, apresentada regularmente em grandes festivais, ou ainda em pequenos concertos no país e além-fronteiras.

 

A Casa da Morna Sodade é, por conseguinte, um espaço de referência para o conhecimento e fruição da morna através de um percurso que enaltece as vivências do cabo-verdiano na inspiração, surgimento e evolução deste gênero identitário, enobrece a localidade de Praia Branca onde nasceu sodade que conquistou os palcos do mundo. O discurso expositivo realça, ainda, a sua inscrição na lista do Património Imaterial da Humanidade, que consagra o seu valor universal excecional e abre novas possibilidades de projeção.

Sinta-se convidado a fazer esta visita de sodade e haurir a morna como parte da cabo-verdianidade em toda a sua dimensão.

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