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Abertura da Oficina de Inventário do Património Cultural

Abertura da Oficina de Inventário do Património Cu

O Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, através do Instituto do Património Cultural, realizou, no Centro de Formação Profissional de Santa Cruz, a abertura da “Oficina de Inventário do Património Cultural”.

Um projeto que acontece ao abrigo do financiamento da UNESCO, através do Escritório Regional de Dakar, coordenado pelo IPC, que visa reforçar as capacidades dos profissionais do património de Cabo Verde e Guiné Bissau para implementação das Convenções de 1972 e 2003.

Durante a sua intervenção, a presidente do IPC, ressaltou a importância deste projeto que vem reforçar não só as capacidades dos dois países em relação às convenções, mas por permitir um processo que se considera igualmente importante, que é a partilha de experiências entre os quadros técnicos dos dois países africanos, a nível da gestão do património cultural.

Salientou ainda, o comprometimento da UNESCO em reforçar a presença dos bens africanos na lista do património mundial, uma vez que dos 1.157 bens da convenção de 1972 apenas 98 estão em África.

E, para que isso aconteça é preciso que haja capacidades internas e a cooperação entre os países, impulsionando o espirito das próprias convenções. Cabo Verde conta neste momento com 2 bens inscritos, Cidade Velha e a Morna, e tem todo o interesse em cooperar com a Guiné Bissau a nível técnico para que a diversidade dos bens culturais desse país possam estar, também, representados na lista.

De realçar, que a oficina de inventário com técnicos Bissau-guineenses e cabo-verdianos, ministrada pelos técnicos do IPC, Sandra Mascarenhas e Martinho Brito, acontece de 12 a 17 de setembro nos concelhos de Santa Cruz, São Miguel e Ribeira Grande de Santiago.

A abertura da oficina foi realizada pela Presidente do Instituto do Património Cultural, Ana Samira Silva Baessa, pelo representante do Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, pela Secretária Executiva da Comissão Nacional da UNESCO e pela Embaixadora da Guiné Bissau em Cabo Verde, Embaixadora Basiliana Tavares.

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