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O Instituto do Património Cultural, através da Direção dos Monumentos e Sítios, retomou, em 2018, o processo de inventariação do património histórico e cultural, imóvel, de Cabo Verde, tendo já inventariado cerca de 1000 (mil) edifícios.

O Inventário, que prevê um levantamento exaustivo dos imóveis com carácter histórico e patrimonial, permite o conhecimento integral e o estado de conservação destes, com vista sua preservação e conservação, classificação, e ainda destinado a fins académicos e científicos.

Para integrar a lista do inventário patrimonial, os edifícios devem cumprir alguns critérios como: história, simbolismo para as comunidades, traços arquitetónicos singulares, iconografia, entre outros. E por ser um processo mutável, o inventário requer atualizações mínimas de 10 anos.

Sendo um importante instrumento de gestão patrimonial, o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, através do IPC, adquiriu, em 2018, uma ferramenta de gestão permite georreferenciar e sistematizar toda informação relativa ao património cultural, independentemente da sua natureza, e posteriormente disponibilizá-la aos diversos públicos.

Com este Sistema de Informação Geográfico (SIG), o IPC já tem sistematizado informações de grande parte do Arquipélago. De momento, prosseguisse com o inventário na ilha de Santiago, tendo já 75% coberto, ficando por inventariar as ilhas de Santo Antão, São Vicente e Brava.

De referir que estes levantamentos têm sido feitos em parceria com Câmaras Municipais, Universidades e Comunidades.

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