conferencia pensar bleza
Fernandes fez esta afirmação no acto de abertura da conferência “Pensar B.Leza e a Morna” que aconteceu no âmbito das celebrações do dia Nacional da Morna, no palácio da Assembleia Nacional. Um evento promovido pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, através do Instituto do Património Cultural.
Um encontro com foco na partilha sobre diferentes aspetos relacionados com o género e o patrono do Dia Nacional da Morna. Uma troca de conhecimentos entre atores de diferentes proveniências, com diferentes visões sobre o universo da morna.
Segundo Fernandes, B. Léza é sem dúvida um dos expoentes máximos da morna, daí o facto de aparecer como o patrono, mas o dia 3 deve ser visto como um reconhecimento nacional a todos os compositores, interpretes, músicos, estudiosos e apreciadores, que têm vindo a contribuir para o engrandecimento e a afirmação desse género dentro e fora do país.
Género que colocou Cabo Verde num panorama mais ampliado e visível nos mapas graças a sua internacionalização, através das vozes de Cesária, Bana, Ildo lobo, Tito Paris entre tantos outros.
Para descurar sobre a transversalidade da morna enquanto elemento que congrega e fortalece a Nação cabo-verdiana, convidou-se os historiadores Victor Semedo, Edson Brito e o Jornalista Carlos Goncalves, moderados por Cesár Monteiro da SCM - Sociedade Cabo Verdiana de Música
A iniciar por Semedo, traçou-se um panorama sobre “Morna- música cabo-verdiana entre contextos e modernidade”, seguido de Gonçalves com o tema “pensar B.Leza” até chegar na “Patrimonialização da Morna” por Edson de Brito.
A conferência foi abrilhantada com as as Vozes do grupo ADEVIC e Solange Cesarovna.

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