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No âmbito da efetivação da II fase do projeto CONCHA, o Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, esteve presente, hoje, no período de manhã, nos trabalhos de mergulho no Fundeadouro da Cidade Velha. 

O Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas considera que o Projeto CONCHA irá mapear e catalogar melhor as potencialidades de Cabo Verde, a nível da investigação subaquático.


Os trabalhos desenvolvidos pelo IPC - Instituto do Património Cultural, no âmbito do projeto, não só irão enriquecer os museus cabo-verdianos, como também irá contribuir para um amplo campo para investigadores das universidades cabo-verdianas no sentido de aprofundarem a história nacional através dos vestígios deixados no mar. 


Para o Ministro da tutela do património cultural, esses trabalhos de mergulho irão concretizar o conhecimento cientifico da nossa história. Neste sentido o governante salienta, ainda, que “o mais importante é mostrar o campo cientifico que se abre à investigação nacional. O mapeamento (dos nossos mares) irá ajudar a conhecer de forma mais profunda como se chegou a Cabo Verde, que tipos de transação comerciais faziam e quem vinham nos barcos” dos quais os vestígios adormecem nos mares de Cabo Verde.


O projeto CONCHA “irá nós ajudar a construir a nossa história, bem como enriquecer os nossos museus, através de conhecimentos científicos com uma base mais sólida”. 
De relembrar que os trabalhos de mergulho aconteceram também no naufrágio da Urania (ilhéu de Santa Maria), naufrágio de São Francisco. 


CONCHA é um projeto da Cátedra Unesco - O Património Cultural dos Oceanos e é financiada pela União Europeia, através do programa através do programa H2020-MSCA-RISE 2017 – 77998.

Texto e foto: MCIC

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